segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ressuscitando um TK85 (7)

Como o 9º encontro de usuários de TK está se aproximando, resolvi deixar meu TK-85 ressuscitado em forma para levá-lo ao encontro.

Comecei a trabalhar num gabinete para ele, baseado na caixa PB-900 da Patola. Esta caixa tem espaço suficiente para caber a placa do TK-85 (vide post anterior) e mais alguns extras como uma fonte de alimentação. r   

Caixa PB-900. Fonte: www.patola.com.br
Apesar da caixa ter uma face perfeita para se colocar um teclado, eu fiquei tentado a deixar instalado o protótipo do TeK e colocar um conector PS/2 na parte de trás do gabinete, mas numa visita a uma loja online de componente eletrônicos encontrei uma chave muito barata e resolvi comprar 40 para fazer um teclado.
Chavinha 8x8mm sem trava
Como a furação destas chaves é alinhada a uma grade de dimensões imperiais (polegadas) a escolha natural da placa para sustentar as chaves foi uma placa padrão com ilhas, de 10x30cm ou algo assim que tinha disponível em minha oficina.

A primeira idéia foi dispor as chaves numa grade de 10 x 4 mas os primeiros ensaios numa folha de papel não ficaram legais. Resolvi então deixar as teclas numa disposição mais natural e para isso imprimi uma cópia do teclado do TK-85 ajustada para as dimensões da placa da caixa PB-900.
Infelizmente não deu para usar uma cópia 1:1 do teclado do TK, pois as teclas dele estão dispostas numa grade em milímetros.

Teclado do TK-85 ajustado ao 'faceplate' da caixa PB-900
 O próximo passo foi encaixar as teclas na placa de forma que a posição batesse com a da folha impressa com as teclas do TK-85, tomando o cuidado de manter o mesmo espaçamento entre elas.

Posição das teclas ajustadas para o 'gabarito' do TK-85.
 Depois de encaixadas, eu fiz uma marca com caneta de retroprojetor do lado de baixo da placa, bem no centro da posição de cada chavinha.

Teclas na disposição final.
Depois disso recortei a placa para caber dentro do gabinete e conferi a altura das chaves em relação à tampa da caixa para ver se seria necessário utilizar algum espaçador. Por sorte não foi preciso pois a parte superior do corpo da se chave se alinha exatamente com a parte inferior da tampa.

Até parece que essa chavinha foi feita para esta caixa.
 Em seguida furei as laterais da placa de forma a se encaixarem nas furções da tampa e prendi com parafusos. Daí eu levei esse 'sanduíche' à furadeira de bancada e com uma broca de 100 eu marquei todos os 40 furos.
Furando a referência para as chavinhas.

Tampa frontal com a furação guia, alinhada pela placa de circuito impresso.
 Depois de fazer a furação das guias eu aumentei todos os furos utilizando uma broca de 5,5mm que se mostrou adequada para deixar passar o pescoço das chavinhas.

A folha de papel é para não riscar a face da tampa plástica

Tampa plástica com toda a furação.
 Depois de terminar a furação da caixa dei uma conferida para ver se tudo estava em ordem.
Conferindo o trabalho
 Em seguida comecei a soldar as chaves uma a uma, tomando o cuidado de deixar todas com a mesma orientação, uma vez que são chaves 2 polos e 2 posições

Primeira chave soldada

Segunda chave soldada

Quatro chaves soldadas.
Quando cheguei nas 8 chaves a bateria da máquina acabou e eu fui consultar o relógio. Já era tarde!! Amanhã tem mais!

domingo, 23 de agosto de 2015

Pinguino com alguns extras

 Montei uma placa de protótipos para PIC baseada no Pinguino 2550 porém com alguns extras
  • Header ICSP
  • Header RS232
  • 3 botões
  • 3 LEDs
  • Jumper para modo RUN
 O conector para ligações externas possui os pinos na ordem do Pinguino , ou seja I/O0 a I/O17 e conta com 2 pinos de GND e um pino de +5V. A placa tem espaço para colocar um regulador de 3,3V e o conector de saída tem um pino reservado para esta tensão.

Placa Pinguino com extras

"Macarrão" debaixo da placa
Pinagem da placa

A placa já está rodando com o bootloader do Pinguino.

IDE do Pinguino: Programa carregado com sucesso

sábado, 22 de agosto de 2015

Placa de prototipagem com AVR (AVR-Fun) concluída

Concluí finalmente a placa de prototipagem para AVR. Eis como ficou a disposição dos conectores e periféricos.
Placa de protótipos com AVR

 Mais fotos:

Display LCD 16x2 encaixado sobre a placa

Conexões feitas com fio esmaltado.
Pinagem do conector para ligações externas



Diagrama completo

Link para baixar o diagrama (Eagle / PDF).

O Bootloader é utilizado é o USBASPLoader já modificado para esta placa que pode ser baixado (aqui). A configuração dos fusiveis do ATMega32 é a seguinte
  •     Low: 0x7F
  •     High: 0xDA
Para entrar no bootloader, coloca-se um jumper entre os pinos PB6/MISO e o GND (o que pode ser feito facilmente ali no conector ISP) e aperta-se o botão de RESET.  A placa vai aparecer para o micro como um dispositivo USBASP e o software pode ser enviado à placa através do AVRDude.

Jumper entre PB6/MOSI e GND

No momento estou trabalhando nas bibliotecas para esta placa. As básicas já estão prontas:

  •     LEDs
  •     Botões
  •     RS232
  •     LCD
  •     Áudio

Ainda tem muito trabalho pela frente, mas as rotinas já são suficientes para auxiliar no desenvolvimento de depuração de praticamente qualquer projeto com o AVR.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O que mais gostei no Windows 10...

O que mais gostei no Windows 10 foi a possibilidade de reverter para o sistema anterior.


Aliás foi a única coisa que gostei!

domingo, 9 de agosto de 2015

Sapatos novos

Finalmente consegui trocar os pneus do Xavante. Difícil encontrar câmaras de ar hoje em dia em lojas ditas especializadas em pneus. Nem nas borracharias eu consegui, daí tive que comprar via Internet mesmo.

A altura dos pneus ficou muito boa, e finalmente o Xavante perdeu aquela aparência de buggy, com pneus largos e altos atrás e finos e baixos na frente.



Os pneus são Firestone/Bridgestone 7.35-14 Cidade e Campo e as câmaras são RK-14 da Maggion.




Estendendo a vida útil da chave rotativa dos multímetros

Os multímetros chineses, devido ao seu baixo custo, são ótimos para se ter à mão para se fazer medidas rápidas como de continuidade, porém devido à baixa qualidade dos componentes utilizados a chave seletora se desgasta muito rápido, o que é agravado pela necessidade de se girar a chave seletora para a posição OFF toda vez que o multímetro não estiver em uso. No meu caso eu uso esse multímetro quase que exclusivamente para teste de continuidade que fica a 180 graus em relação à posição OFF.

Por isso resolvi fazer uma modificação simples, mas que tem como objetivo estender a vida útil da chave rotativa. Essa solução não consiste em uma chave ON/OFF em série com a bateria.

Chave on/off em série com a bateria

Para instalar a chave foi necessário abrir um buraco quadrado usando uma estilete e o ajuste fino foi feito com uma lima.

Furo aberto com um estilete e ajustado com uma lima fina

Chave na posição

O resultado final ficou assim:

A chave ficou bem discreta.

Multímetro pronto!






domingo, 2 de agosto de 2015

Placa de protótipos AVR

Cansado de montar e desmontar praticamente os mesmos circuitos no protoboard toda vez que tenho que prototipar alguma coisa que use um AVR, eu resolvi montar uma placa de protótipos. A idéia inicial era usar um ATMEGA32 que tem bastantes pinos e carregar o firmware via bootloader do projeto V-USB (usbasploader). Daí fui colocando algumas coisas a mais para aproveitar alguns conectores e componentes que eu tinha aqui. A montagem ainda não terminou mas até o momento está com (ou melhor, vai ter) os seguintes recursos:

Placa de prototipagem para microcontroladores AVR
Eu procurei condensar os componentes ao máximo, e organizar de forma que todos os fios ficassem à esquerda da placa (e um header com os pinos do microcontrolador na parte de baixo). Assim tinha ficado um espaço vago ainda grande, onde eu fiquei cogitando várias coisas para colocar, entre elas driver de motor de passo, mas acabei descartando porque a placa vai ser alimentada via USB. Assim, meio que por acaso veio a idéia de colocar um mini-protoboard.
ainda sobrou um espaço do lado direito da placa onde estou pensando em colocar um LDR e um trimpot, mas ainda não bati o martelo, pois naquela área não pode ficar nada que impeça a colocação de uma chave de fenda para remover o  microcontrolador caso seja necessário substitui-lo.